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@rodadeterapia
Olá, eu sou Kelly de Oliveira Torres, uma psicanalista dedicada e apaixonada pelo estudo da mente humana. Com formação em psicanálise e uma atualmente pós-graduando em neurociência e neuropsicologia. Estou constantemente aprofundando meu conhecimento para compreender as complexidades da mente. Acredito que a humanização na saúde mental é fundamental para ajudar as pessoas a encontrarem seu equilíbrio emocional e seu bem-estar. Minha capacitação sobre fantasia e realidade é uma expressão desse compromisso, pois busco auxiliar as pessoas a se reconectar com suas emoções, compreendendo os desafios da vida cotidiana e a importância da mente na construção da nossa realidade. Minha missão é fornecer um espaço seguro e acolhedor para meus pacientes, onde possam explorar seus sentimentos, superar obstáculos e encontrar a harmonia entre suas fantasias e a vida real. Se você procura apoio para enfrentar seus desafios emocionais, estou aqui para te auxiliar nessa jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal.

Você conhece psicanálise?




Existem muitas formas de se aprofundar no autoconhecimento através de terapias, e hoje venho aqui falar com vocês sobre a psicanálise. Você já ouviu falar?

A psicanálise é uma abordagem psicoterapêutica que tem como objetivo identificar a relação entre o inconsciente ( aquilo que não é notado), os sentimentos, pensamentos e ações de cada pessoa.

A psicanálise traz resultados no alívio de sofrimento psíquico, ajuda a melhorar a qualidade de vida e as relações interpessoais. Isso porque o tratamento ajuda o indivíduo a se autoavaliar e a buscar soluções a seus problemas.

As sessões normalmente tem durante de 50 minutos, e a recomendação é que seja feito uma vez por semana, porém isso pode variar de acordo com a necessidade de cada paciente. As sessões são feitas através da fala do paciente e da escuta do terapeuta, onde a intenção do psicoterapeuta é ajudar o paciente a falar sobre si mesmo, e a partir desta fala, entrar em contato com conteúdos que fogem à sua compreensão, mas que, no entanto, influenciam sua forma de agir, pensar e sentir.

E aí? Você curtiu essa abordagem de terapia? Faria? 


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